segunda-feira, 31 de outubro de 2016

LIVRO Formação Social da Mente Cap 2 - Fichamento

Este vídeo é o segundo de oito vídeos relacionados a produção de  fichamentos de cada um dos capítulos do Livro "A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores" (Saraiva, Cultura) escrito por Lev Vygotsky.




Existem outros autores fundamentais que podemos utilizar para dar suporte as propostas pedagógicas e metodológicas dentro da Informática e Educação. Além dos autores atuais que trabalham diretamente com mídias e tecnologias.
Logo trarei outros capítulos e livros, caso tenha alguma dica deixe aqui.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Um pouco da história de Vygotsky



Este material tem por objetivo apresentar um pouco da história de Lev Semenovich Vygotsky e de sua obra Teoria Sócio-histórica.
Um pouco da sua história

    Nasceu na cidade de Orsha, próximo a Mensk, capital de Bielaus, país da hoje extinta União Soviética, em 05 de novembro de 1896. 

    Teve uma formação multidisciplinar: formou-se em Direito, atuou como professor de Artes e Literatura, mais tarde aprofundou seus estudos na área de Psicologia, trabalhando com deficientes e formou-se ainda em Medicina, tendo dirigido o Departamento de Psicologia do Instituto Soviético de Medicina Experimental.
    Para ele, o desenvolvimento mental é o processo de assimilação ou "apropriação" da experiência acumulada pela humanidade no decorrer da história social. No decorrer da História, os homens, governados por leis sociais, desenvolveram características mentais superiores. Milhares de anos de história social produziram mais a esse respeito do que milhares de anos de evolução biológica. As conquistas do desenvolvimento social foram gradualmente acumuladas e transmitidas de geração em geração. Assim se consolidaram e se tornaram um patrimônio da humanidade.

Um pouco da sua teoria
    Para Vygotsky, o desenvolvimento mental é o processo de assimilação ou "apropriação" da experiência acumulada pela humanidade no decorrer da história social. No decorrer da História, os homens, governados por leis sociais, desenvolveram características mentais superiores. Milhares de anos de história social produziram mais a esse respeito do que milhares de anos de evolução biológica. As conquistas do desenvolvimento social foram gradualmente acumuladas e transmitidas de geração em geração. Assim se consolidaram e se tornaram um patrimônio da humanidade.
    Desde o seu nascimento, a criança está rodeada de um mundo objetivo criado pelo homem, ou seja, alimentos, vestuários, instrumentos e a linguagem, que reflete as proposições, os conceitos, as ideias; consequentemente, o desenvolvimento mental da criança inicia-se em um mundo humanizado. Todas as suas relações com o ambiente, mesmo com os fenômenos que a circundam, mas apropria-se deles.
    O processo de apropriação é muito diferente do processo de adaptação. A adaptação é uma mudança dos comportamentos e capacidades em função das exigências do ambiente.
    A apropriação é um processo que tem como consequência a reprodução, pelo indivíduo, de qualidades, capacidades e características humanas de comportamento. É um processo de absorção e transformação, pelo indivíduo, das conquistas do desenvolvimento da espécie.
    Nos processos de interações sociais criam-se os sistemas de signos (a linguagem, a escrita, o sistema de números) e os instrumentos (os objetos que usa para transformar a natureza). Para ele uma função psicológica superior ou de comportamento complexo difere do elementar mediante a existência de um processo de internalização, que é a reconstrução mental de uma ação realizada externamente. Este processo ocorre em três etapas: em um primeiro momento a fala acompanha as ações e reflete uma forma de raciocínio disperso e caótico; em um estágio posterior a fala se desloca cada vez mais na direção do início do processo de resolução até que, finalmente, e de modo gradual, começa a preceder a ação, e à medida que a função planejadora da fala se desenvolve, a criança adquire independência em relação ao seu ambiente concreto e imediato.
    Para ele, o desenvolvimento cognitivo é um processo contínuo de aquisição de controle ativo sobre a percepção, memória e atenção. Esse controle é adquirido a partir da interação verbal com os adultos.

    A criança, por exemplo, encontra a linguagem no mundo que a rodeia. A linguagem é um produto objetivo da atividade das gerações humanas precedentes. No processo de desenvolvimento a criança apropria-se da linguagem. Isso significa que, na criança, formam-se capacidades especificamente humanas.
    Como Piaget, Vygotsky dá ênfase à ação na produção das categorias (classificação e seriação) com as quais a razão opera. No entanto, diferentemente de Piaget, ele dá fundamental importância à linguagem na construção da mente.
    Opondo-se ainda a Piaget quanto à existência de processos internos e quanto ao desenvolvimento espontâneo dos processos mentais. Ele enfatiza as origens sociais do pensamento. O pensamento forma-se e evolui com o contato social, ou seja, nas interações grupais. Nos processos de interações sociais criam-se os sistemas de signos (a linguagem, a escrita, o sistema de números) e os instrumentos (os objetos que usa para transformar a natureza). A internalização dos sistemas de signos provoca transformações comportamentais e estabelece o elo de ligação entre as formas iniciais e avançadas do desenvolvimento cognitivo. Portanto, os processos socioculturais tornam-se parte da natureza psicológica de cada pessoa.
    É importante salientar que ele não era adepto da teoria da aprendizagem baseada na associação estímulo-resposta. Para ele o ser humano não é passivo no processo de aprendizagem. Ele acreditava no processo de mediação nas formas superiores de comportamento (percepção, memória, atenção), isto é, cada indivíduo assimila a realidade de acordo com a sua organização mental prévia, e modifica essa realidade agindo sobre ela a partir desse processo de assimilação. Ao assistir a um filme, cada indivíduo seleciona uma mensagem, de acordo com sua organização mental.

    A atividade humana, de fato, se caracteriza para ele como atividade mediada por instrumentos que são o resultado da história da humanidade e do desenvolvimento do indivíduo. Esses instrumentos podem ser materiais, enquanto meios de trabalho para dominar os processos da natureza, ou a linguagem enquanto meio de comunicação social. Sem estes instrumentos não existe o homem: somente através do seu uso crescem no indivíduo e na espécie as funções psíquicas superiores. Esses instrumentos mediadores, auxiliares, não surgem sozinhos ao longo do desenvolvimento individual, na ontogênese, mas na filogênese, como produto social da cooperação dos homens entre si.
    No indivíduo, as funções nascem nas relações Inter psíquicas (entre os homens) e somente depois tornam-se intrapsíquicas, internas ao indivíduo. Esta concepção atribui necessariamente um papel essencial não somente à linguagem, mas também à educação e ao trabalho, isto é, ao uso dos instrumentos auxiliares na educação. Para Vygotsky, o trabalho, que muda profundamente o caráter da adaptação humana em relação à natureza, traz também modificações no comportamento humano. Ele afirma que a educação tradicional, que mantém as crianças longe do trabalho, não lhes permite manifestar e desenvolver as faculdades criativas fora do campo da arte.
    É esta a sua "concepção sociocultural" da consciência, que não é mais um fato puramente individual, e, junto com ela, a sua convicção da passagem histórica e do acréscimo da biologia à psicologia e à pedagogia, isto é, do crescer do ser humano puramente biológico a ser histórico, social, pensante e comunicante com os outros homens.

    Para Vygotsky, a individualidade e a personalidade crescem sobre a base da sociedade. Transferindo para a psicopedagogia, isso se traduz numa formula aparentemente óbvia: a existência na criança de uma "zona de desenvolvimento potencial". Ela é dada pela divergência entre nível das tarefas executadas sob a guia e com a ajuda dos adultos, e o nível das tarefas realizadas autonomamente pela criança. Esta fórmula é considerada por Vygotsky como uma virada decisiva nas relações instrução-desenvolvimento, e que muda radicalmente o modo tradicional de abordar o problema da ação pedagógica. Nesta perspectiva, a tarefa da escola é a transformação do estado atual de desenvolvimento do educando A conclusão pedagógica evidente, de acordo com Vygotsky, é que o compromisso fundamental da instrução é a criação de uma área de desenvolvimento potencial. Esta área é presente, portanto, deve ser estimulada em cada momento do desenvolvimento individual, que, segundo Vygotsky, atravessa quatro fases. Ele aceita, de fato, das escolas pedagógicas contemporâneas, a existência de três estruturas ou estágios:
    1. a primeira ou primitiva (imediata, sensorial ou sincrética), que é a fase das reações incondicionadas aos estímulos-objetos. Os conceitos empregados pela criança no ato de pensar não são determinados pela estrutura lógica dos mesmos, mas pelas suas lembranças de ações, de pessoas, de objetos. Todos os seus conceitos apresentam um caráter sincrético. As palavras, para as crianças, são rótulos de experiências que estão registrados em sua memória. Pessoas e objetos podem ser representados pelas mesmas palavras porque, na sua experiência cotidiana, elas ocorrem juntas ou foram relacionadas.
    2. a segunda fase (evidente-situacional), que, com a liberdade da reação aos estímulos-signos, permite um primeiro domínio do comportamento. Nesta fase subsequente a criança já começa a agrupar objetos a partir de um único atributo, como, por exemplo, cor, forma, tamanho. No entanto, ao fazer as sucessivas comparações ela esquece o atributo que havia destacado e o substitui por outro. Consequentemente, um mesmo grupo pode ter objetos diferentes. Esses conceitos foram denominados de complexos.
    3. a terceira fase (lógico-conceptual), em que o posterior uso dos signos leva a distinguir as reações intelectuais como uma classe diferente da anterior. Neste período, a memória passa a ser um processo de lembrança que se molda a uma estrutura lógica. Os dados são armazenados dentro de categorias que tem maior grau de abstração e generalização. O reconhecer passa a ser a descoberta daquele elemento que a tarefa exige que seja encontrado. No entanto, mesmo depois de ter aprendido a produzir conceitos, o adolescente não abandona as formas mais elementares (conceitos sincréticos e complexos). Elas continuam a existir e, por muito tempo, são predominantes em várias áreas de seu pensamento.
    Vygotsky não falou apenas de três, mas quatro estágios fundamentais do desenvolvimento do comportamento, para que a psicologia se libertasse do cativeiro da biologia e se tornar-se humana. O seu ponto de partida foi, portanto, a assunção de um quarto estágio de desenvolvimento do comportamento, que usando os termos da velha psicologia, ele denominou de "vontade". Para esclarecer melhor a importância desta sua descoberta da "vontade" como momento superior da evolução psicológica (isto é, como objeto da psicologia da idade evolutiva), ele acrescentou que o fato de o homem ter uma liberdade extremamente ampla na execução intencional de qualquer ação é algo de muito superior ao seu intelecto.

A posição de Vygotsky com relação à universalidade dos estágios
    Vygotsky argumenta que, à medida que a sociedade se torna mais complexa, a linguagem fica mais sofisticada. Dessa forma, as operações e as categorias de pensamento usadas por uma pessoa para descreve suas experiências diferem de indivíduo para indivíduo (dependendo do grau de escolaridade) e de cultura para cultura (de acordo com a complexidade das relações sociais estabelecidas).
    Nesse sentido é que Vygotsky se opões à Piaget quanto à universalidade dos estágios. Para ele, o desenvolvimento cognitivo é um processo contínuo de aquisição de controle ativo sobre a percepção, memória e atenção. Esse controle é adquirido a partir da interação verbal com os adultos.
    Ele acredita que o desenvolvimento é um processo complexo, caracterizado pela periodicidade e desigualdade no desenvolvimento de diferentes funções. O início de tudo são as respostas adaptativas mais básicas, tais como reflexos condicionados e incondicionados. Logo em seguida esses comportamentos deixam de ser predominantes. Aparecem os comportamentos superiores que se desenvolvem nas relações sociais.
    Como o ambiente afetivo de cada pessoa é um produto da interação entre as características do indivíduo e das oportunidades oferecidas pelo seu meio ambiente real, não pode haver uma universalidade no desenvolvimento. Embora possa haver padrões de comportamento comuns para determinadas faixas etárias, para cada indivíduo o estágio representa um momento no processo de internalização e transformação das várias experiências oferecidas pela sociedade. Por tanto, não se pode pensar em períodos bem definidos nesse processo, ou seja, a existência de estágios. Essa última hipótese implicaria dar maior ênfase a fatores biológicos na formação da mente.

Palavras chaves utilizadas
  • Sociabilidade do homem
  • Interação social
  • Signo e Instrumento
  • Cultura
  • História e
  • Funções Mentais Superiores







Bibliografia utilizada
BAQUERO, Ricardo. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre, Artes Médicas, 1998.
VYGOTSKY, L. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
VYGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. Tradução Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 496 p

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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A inclusão das novas tecnologias dentro de um antigo contexto educacional


O sonho da internet nas escolas da rede pública cada dia se mostra mais vivo através dos projetos implementados pelos Governos federal, estaduais, municipais que contam com o auxilio da iniciativa privada. 

Porém desde o ano 2000, já foram criados vários projetos que visaram desde a implementação de todos os requisitos técnicos necessários e existentes no país, para ter condições de operar na internet com velocidade de transmissão de dados e a utilização de serviços e aplicações. Como também a implementação de infraestrutura avançada para pesquisa e ensino nas instituições e capacitação através de treinamento e formação tecnológica de profissionais para atuarem nestes ambientes de cultura digital. 

No caso das parcerias o governo desenvolveu projetos com metas maravilhosas, visando à participação do país no projeto americano da Internet-2, além dos projetos nacionais envolvendo a iniciativa privada, o setor de prestação de serviço e as instituições federais de ensino superior e institutos de pesquisa do país, tudo coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) e o Ministério da Educação. Para que uma rede como essa se desenvolva com total capacidade na época foi almejado um avanço que premiava a capacitação de laboratórios e ambientes de informática dentro dos prédios das escolas da rede pública e em universidades, para a capacitação de profissionais a través de cursos. 

Muitos projetos e vários empreendimentos voltados para o desenvolvimento do Brasil na área da Informática na Educação, mas que muitas vezes ficaram nos pilotos ou não conseguiram sair do papel. Algumas vezes a falta de infraestrutura dos prédios impossibilitando a implantação por completo dos recursos vinculados para os avanços tecnológicos na educação ou as barreiras colocadas pelas direções destas instituições públicas, que disponibilizam apenas espaços dentro das próprias secretarias. 

A capacitação dos profissionais, também acaba passando por várias dificuldades, desde a resistência dos profissionais mais antigos que agora terão que entrar em contato com uma ferramenta totalmente estranha para eles, mas completa cumplicidade dos seus alunos, um dos motivos que leva alguns profissionais a não quer entrar em contato com um objeto ao qual acabaram tendo que pedir auxílio e demonstrarem que não são detentores deste conhecimento. Para projetos de capacitação que estão sendo desenvolvidos, como é o caso do PROINESP, ocorre por parte das direções de permitir que sua instituição participe e depois não disponibilize momentos para os educadores participarem das atividades, esses profissionais por sua vez também não fazem questão de organizar seus horários de aula para usufrui os laboratórios com seus alunos e assim participar das atividades do projeto e aproveitar para colocar em prática tudo que estão aprendendo e desenvolvendo nos encontros. Pois esta oportunidade de construir um determinado material com determinada ferramenta a partir de conteúdos próprios e entregar para que alunos das respectivas séries os manipulem para sabermos se sua construção foi ou não proveitosa, não acontece sempre, muitas vezes como estamos nos capacitando realizamos estes cursos, alguns pagos por nós outras vezes pelo governo, em períodos de férias ou de licença e ocorrem muito rapidamente, recebemos os conteúdos realizamos as atividades, um profissional avalia, diz que esta ou não bom e a parte da aplicação não há. 

Quando à parte a aplicação pode ocorrer o profissional não se encontra segura para por seu projeto em uso com os alunos, às vezes por não se sentir seguro ou não a própria direção não se mostra complacente com as idas dele para os laboratórios ou muitas vezes os laboratórios não possuem condições físicas para receber os alunos ou até mesmo receber os equipamentos. Considerando também que nossos professores que estão recebendo capacitação conhecem, quando conhecem, o sistema operacional da Microsoft e os equipamentos instalados trabalham com o sistema Linux. 

Como vemos, muitas vezes não basta termos interesse e força de vontade para implementarmos melhorias, também precisamos estar cientes dos por menores para que estes tipos de iniciativas não sejam barradas por coisas que inicialmente pareciam detalhes e acabaram se tornando grandes empecilhos.

Notícias Do Mct - Brasil Na Sociedade Da Informação
Programa Pretende Viabilizar Um Novo Estágio De Evolução Da Internet E Suas Aplicações No País
A Introdução Da Informática No Ambiente Escolar Prof. José Junio Lopes
Proinfo-Mec (Programa De Informática Na Educação)

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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A importância da utilização das mídias articuladas a projeto pedagógico



Atualmente convivemos em sala de aula com crianças da geração Y, produtores de conteúdos online, e adolescentes da geração Z, que conseguem incorporar facilmente as tecnologias. Eles sabem digitar e enviar mensagens pelo celular e tabletes mais rápido que conseguimos ler o que foi escrito. Também sabem acessar várias redes sociais, enviar e receber arquivos por elas enquanto ainda usamos e-mail como forma de nos comunicarmos. Porém quando precisam realizar um trabalho escolar se deparam com a necessidade de escrever um trabalho formal com regras básicas de formatação que não as dominam.


Por estes motivos apresentados considero como evidência destes novos aspectos o fato de que nossos alunos, todos os dias, convivem dentro e fora da escola com informações atualizadas sobre tecnologias consideradas básicas por eles, como app’s para celulares e tablet com sistema androide; jogos colaborativos, vídeos e teclas de atalho a serem acessados e utilizados com o computador; e novas versões de consoles, acessórios e jogos. Nem sempre essas descobertas são vistas com bons olhos pelo corpo docente da escola, mas para eles é o máximo estarem mais informados que seus professores.


Para uma melhor utilização e abordagem do foco de interesse dos alunos junto as necessidades de uma educação formal transmitida pela escola, é preciso que, nós professores, dentro de nossas áreas de atuação procuremos TIC’s e mídias que possam nos auxiliar a apresentar de forma mais atrativa e interessante os conteúdos escolares. Perrenoud (2000, 14), nos traz a proposta de desenvolvermos novas competências que poderão acentuar potencialidades para desempenharmos nosso papel de professor perante as tecnologias atuais.


O autor, em seu estudo, apresenta 10 grandes famílias de competências, que são: 
1) organizar e dirigir situações de aprendizagem; 
2) administrar a progressão das aprendizagens; 
3) conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação; 
4) envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho; 
5) trabalhar em equipe; 
6) participar da administração escolar; 
7) informar e envolver os pais; 
8) utilizar novas tecnologias; 
9) enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão; 
10) administrar a própria formação.

A proposta de se trabalhar com projetos, como Moran e Almeida (2005) propõem, tornasse relevante tendo em vista a necessidade de termos que introduzir novas tecnologias e mídias em nossas aulas. Dessa forma poderemos propor a elaboração dos trabalhos com o apoio de uma ferramenta que dará subsídios para que o trabalho seja construído e apresentado de forma mais criativa e elaborada.

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Mídias na Educação - Produção do material didático





 No final do ano de 2005, mais especificamente no mês de novembro, iniciou-se no Centro CINTED a organização da equipe, a qual fiz parte, que iria começar a desenvolver parte dos materiais didáticos para o Módulo de Informática para os Cursos de Mídias na Educação Ciclos Básico, Intermediário e Avançado promovido pelo MEC, em parceria com várias Universidades Federais do Brasil.
 
 O conteúdo programático era entregue pela coordenação do projeto e cabia a equipe, com o acompanhamento de professores, a reestruturação dos mesmo em formato digital para o Curso.
 
 A estrutura do material teve sua organizam feita com base na estrutura de uma pequena Cidade com seis prédios que circundam uma praça com um chafariz. Cada um dos prédios tinha a função de organizar um tipo de material relacionado a uma das etapas de cada módulo. Os prédios que compõem a Cidade são:
  • Escola;
  • Biblioteca;
  • Shopping Center;
  • Salão de Jogos;
  • Cinema e
  • Café.
 No prédio da Escola os alunos encontram as orientações sobre o conteúdo, os materiais de apoio e as atividades da respectiva etapa e as atividades a serem realizadas. Na Biblioteca foram organizados todos os tutoriais e textos necessários que o aluno precisa ler ou assistir para realizar as atividades. Os materiais de apoio extra foram colocados no prédio do Shopping Center. Para que os alunos pudessem testar seus conhecimentos adquiridos com suas leituras e estudos foram criados Quizis e outros tipos de jogos diversos, estes foram colocados no Salão de Jogos. Os vídeos, documentários e entrevistas relacionados ao conteúdo de cada etapa de cada um dos módulos foram organizados no prédio do Cinema. As orientações para os debates e trocas de ideias realizadas nos Fóruns dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) ficam organizadas no Café.

  O trabalho teve aproximadamente duração inicial de seis meses, onde entregamos a primeira versão de todos os materiais produzidos pela equipe que participou do projeto.

Estes materiais fazem parte do Módulo de Informática que faz conjunto com os outros três módulos: Material Impresso, TV e Vídeo e Rádio.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Objetos de Aprendizagem: Teoria e Prática

No ano de 2012, ao final da segunda edição do Curso de Mídias na Educação Ciclo Avançado a Coordenadora do Cursos Liane Tarouco, organizou a produção e publicação de um livro composto, a partir, dos melhores trabalhos de conclusão de curso (TCC) e da contribuição de professores do Curso.

 O livro recebeu o título de Objetos de Aprendizagem: Teoria e Prática, a obra é composta por 24 capítulos, divididos em parte I e II com um total de 502 páginas.

O livro está disponível para empréstimo na Biblioteca da Faculdade de Educação da UFRGS (FACED) e em versão digital no site do Catalogo UFRGS - SABi.



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